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Importância do teste rápido de HIV

26 de Novembro de 2020

Cerca de 135 mil portadores não sabem que estão infectados; o Ministério da Saúde orienta todos que têm vida sexual ativa a realizar o teste.

No mês em que é lembrado o Dia Mundial de Combate à Aids, a principal mensagem é que a prevenção é a melhor arma contra a doença. Usar camisinha protege contra a infecção pelo HIV, além de impedir outras infecções sexualmente transmissíveis.

O panorama da doença no Brasil indica que a mortalidade pela Aids tem caído nos últimos anos. Levantamento do Ministério da Saúde aponta redução de 22% nos óbitos pela doença entre 2014 e 2018. A descoberta de novas drogas e tratamentos é essencial, aliada à detecção precoce.

Pacientes que testam positivo para o HIV iniciam o tratamento imediatamente e nunca vão desenvolver a Aids – desde que continuem tomando os medicamentos por toda a vida. Cada vez mais, o HIV se assemelha a uma doença crônica que, controlada, não será a causa do adoecimento e morte do paciente.

Na contramão dessas boas notícias, o Ministério da Saúde estima que 135 mil pessoas estão infectadas com o HIV e não sabem. Quanto mais cedo esse público identificar a infecção e iniciar o tratamento, maiores as chances de ter uma boa qualidade de vida mesmo convivendo com o vírus, que ainda não tem cura.

O momento de fazer o teste rápido do HIV

O Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas com vida sexual ativa realizem o teste. Vale lembrar que o exame tem uma limitação, chamada janela imunológica, em que pode indicar um falso negativo.

O teste rápido é eficaz entre 30 e 60 dias após a exposição, já que somente após esse período ocorre a produção de anticorpos.

Como funciona o teste rápido?

Existem dois tipos de testes rápidos disponíveis no país. Um deles analisa o fluido oral e está disponível em farmácias. Ele é um autoexame, realizado pela própria pessoa ou por alguém que ela confie.

O outro teste rápido ocorre por meio da análise de uma amostra de sangue e é feito no SUS. Semelhante a um teste de glicose, a coleta consiste em uma picada no dedo.

Os testes rápidos basicamente analisam a presença de anticorpos correspondentes à infecção por HIV no organismo.

Caso um desses exames traga um resultado positivo, o paciente deve realizar uma nova testagem, dessa vez com uma análise mais aprofundada, para confirmar a infecção.

Onde fazer o teste rápido do HIV?

A rede pública de Americana possui o Serviço de Assistência Especializada em HIV/Aids, localizado ao lado do Hospital Municipal. Ele conta com o CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento), que fornece testes rápidos para diversas infecções sexualmente transmissíveis.

O atendimento é sigiloso e gratuito. O resultado do teste rápido do HIV fica pronto em até uma hora. O CTA fica ao lado do Hospital Municipal, na esquina entre as ruas Cuiabá e Ana Almeida Pioli, no Jardim Nossa Senhora de Fátima, sem número. O contato é 3468-3906 e 3478-3039.

Após uma situação de exposição, procure ajuda!

A orientação imediata para quem viveu uma situação de exposição é procurar um serviço de saúde para administração de PEP – Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Esse tratamento de urgência reduz o risco de adquirir a infecção.

Ela deve ser administrada preferencialmente até duas horas após a exposição, e no máximo em até 72 horas.

Caracterizam-se como situações de exposição uma violência sexual, relações desprotegidas e acidentes de trabalho com instrumentos perfurantes ou envolvendo material biológico.

Em Americana, o local para esse atendimento é o próprio Serviço de Assistência Especializada em HIV/Aids. O serviço fica na esquina entre as ruas Cuiabá e Ana Almeida Pioli, no Jardim Nossa Senhora de Fátima, sem número.


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