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Dia Mundial do Autismo: conheça mais sobre esse transtorno

02 de Abril de 2021

Estimativa é que uma a cada 160 crianças possui Transtorno do Espectro Autista; saber mais sobre essa condição ajuda a combater o preconceito.

Uma em cada 160 crianças faz parte do TEA (Transtorno do Espectro Autista), segundo estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde). A incidência desse transtorno, contudo, varia de acordo com o grau de desenvolvimento de uma região e de um país. O motivo é que muitos diagnósticos deixam de ser feitos simplesmente por falta de conhecimento – e dessa forma, muitas pessoas deixam de receber o tratamento adequado.

Com o objetivo de difundir informações sobre o TEA, a ONU (Organização das Nações Unidas) definiu 2 de abril como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Além de auxiliar na ampliação de diagnósticos, conhecer mais o transtorno também é uma forma de lutar contra o preconceito.

 

O que é autismo?

Autismo é o nome geral que se dá a diversos transtornos que fazem parte do espectro autista. De maneira geral, é uma condição que se caracteriza pelo déficit em duas áreas do desenvolvimento: comunicação social e comportamento.

Existem diversos subtipos inclusos dentro dessa definição, com diferentes graus e níveis de comprometimento. Existem, por exemplo, autistas com outras condições associadas, como deficiência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes e outras que sequer sabem que são autistas pois nunca receberam o diagnóstico.

O autismo é causado, majoritariamente, por fatores genéticos, totalizando cerca de 99% dos casos. Também são apontados fatores ambientais, como idade avançada do pai e uso de ácido valpróico na gravidez, mas essas causas são controversas dentro do meio científico.

 

Sinais e sintomas do autismo

O autismo pode ser identificado ainda nos primeiros anos de vida. É preciso estar atento aos sinais e sintomas clássicos, listados abaixo. A ocorrência de três deles em uma criança de um ano e meio já justificam a suspeita de TEA, e a recomendação é procurar um neuropediatra ou psiquiatra infantil.


- não manter contato visual por mais de 2 segundos;
- não atender quando chamado pelo nome;
- não se interessar por outras crianças;
- alinhar objetos;
- ser muito preso a rotinas a ponto de entrar em crise;
- não brincar com os brinquedos de forma convencional;
- fazer movimentos repetitivos;
- não falar ou não indicar com gestos para mostrar algo;
- repetir frases ou palavras em momentos inadequados, sem a devida função;
- não compartilhar seus interesses e atenção, apontando para algo ou não olhar quando os pais apontam algo;
- girar objetos sem função aparente;
- interesse por um único assunto;
- não imitar;
- não brincar de faz-de-conta;
- hipersensibilidade ou hiper-reatividade sensorial.  

Autismo tem cura?

Não existe um tratamento que cure o autismo, mas é possível melhorar a qualidade de vida dos indivíduos portadores do transtorno por meio de suporte multidisciplinar. Profissionais como psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, entre outros, podem contribuir para o desenvolvimento da criança. Contudo, o tratamento será individual para cada paciente, a depender das demandas.

 

Fontes:

https://www.revistaautismo.com.br/o-que-e-autismo/

https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/2-de-abril-dia-mundial-de-conscientizacao-do-autismo.htm#:~:text=O%20dia%202%20de%20abril,do%20Espectro%20Autista%20(TEA).


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